Gente, lembram que eu pedi ajuda para encontrar anúncios vintage de coca-cola? Bom, vocês foram um fofos e me mandaram muitas coisas lindas, as quais eu faço questão de dividir:
O Sr. Insônia, do Mulheres Impossíveis, fez uma mega coletânea e salvou aqui. Absolutamente imperdível!
E a Silvinha deu a dica desse site, o All Posters, onde quase enlouqueci. Como ela falou, não dá para baixar em alta resolução mas, para imprimir pequeno e usar numa colagem ou coisa assim, acho que fica legal.
A Mani, querida, achou esse e esse. Adorei também.
É claro que seguindo a Escola Paula Clarice de Procrastinação, eu ainda não fiz os quadrinhos. Mas fiz outros projetos craft que ficaram gracinha, aprendi umas coisas novas e, felizmente, passei um bom tempo trabalhando em encomendas da Josephina que, para minha surpresa*, está bombando (urrú).
* Eu digo surpresa porque é novidade para mim ganhar dinheiro para fazer uma coisa que amo tanto. Obrigada, obrigada, obrigada!
Terça-feira, Junho 16, 2009
Quinta-feira, Maio 21, 2009
Josephina faz fuxico
Todo mundo que lê esse blog aqui sabe que eu e a minha mãe temos uma relação sanguínea-afetiva-simbiótica-enlouquecida e fazemos praticamente tudo juntas.
Aí que um dos nossos vínculos é o artesanato, como acontece com tantas outras mães e filhas por aí. Pedraria, tricô, crochê, patchwork, costurinha, papel, fuxico, bonecos, pintura. Praticamente não existe modalidade de artesanato que pelo menos uma das duas não faça, eu acho.
Eu não consigo lembrar de uma semana inteira da minha vida em que eu não tenha visto a mãe inventando moda de noitinha, depois do trabalho. Ou assistindo o Jornal Nacional de pantufinhas, fazendo tricô, fogo estalando na lareira. Claro que, conforme eu fui aprendendo a fazer, passou a ser um momento de nós duas. Eu costuro a boneca, ela tricota o casaquinho da boneca. Ela faz um tricô, eu faço fuxiquinhos pra enfeitar. Uma faz, a outra opina, complementa; é assim.
Eu até me emociono de falar sobre isso, é realmente um pedaço da minha história e da minha identidade. Mais: é um pedaço da "nossa" história, já que através desse elo as nossas duas vidas se encontram, as nossas histórias se misturam. Quase como se a gente se fundisse, se misturasse, se confundisse.
E aí a gente resolveu começar a mostrar, porque tanto amor assim não pode ficar guardado. O outro blog é isso. Nosso blog de artesanato (mais fofo do que esse, que nem é fofo, só é blog).
Josephina faz fuxico. O nome vem do negócio off-line que temos há alguns anos, sério e de gente grande, que é uma empresa de venda de semijóias chamada Josephina, inspirada no nome da minha bisavó, avó do meu pai. Mas acabou que Josephina é uma coisa tão nossa que a gente nem pensou. Era óbvio, Josephina é o nome do resultado dessa mistura, de quando a gente não sabe mais onde começa mãe e termina filha, quem é quem, e quem fez o que naquela peça de artesanato.
No fim das contas, é isso. Este é um convite. Pra visitar a Josephina, essa brincadeira de ser uma só e fazer tudo juntas até não saber mais qual mão fez o que. E nem precisa.
Aí que um dos nossos vínculos é o artesanato, como acontece com tantas outras mães e filhas por aí. Pedraria, tricô, crochê, patchwork, costurinha, papel, fuxico, bonecos, pintura. Praticamente não existe modalidade de artesanato que pelo menos uma das duas não faça, eu acho.
Eu não consigo lembrar de uma semana inteira da minha vida em que eu não tenha visto a mãe inventando moda de noitinha, depois do trabalho. Ou assistindo o Jornal Nacional de pantufinhas, fazendo tricô, fogo estalando na lareira. Claro que, conforme eu fui aprendendo a fazer, passou a ser um momento de nós duas. Eu costuro a boneca, ela tricota o casaquinho da boneca. Ela faz um tricô, eu faço fuxiquinhos pra enfeitar. Uma faz, a outra opina, complementa; é assim.
Eu até me emociono de falar sobre isso, é realmente um pedaço da minha história e da minha identidade. Mais: é um pedaço da "nossa" história, já que através desse elo as nossas duas vidas se encontram, as nossas histórias se misturam. Quase como se a gente se fundisse, se misturasse, se confundisse.
E aí a gente resolveu começar a mostrar, porque tanto amor assim não pode ficar guardado. O outro blog é isso. Nosso blog de artesanato (mais fofo do que esse, que nem é fofo, só é blog).
Josephina faz fuxico. O nome vem do negócio off-line que temos há alguns anos, sério e de gente grande, que é uma empresa de venda de semijóias chamada Josephina, inspirada no nome da minha bisavó, avó do meu pai. Mas acabou que Josephina é uma coisa tão nossa que a gente nem pensou. Era óbvio, Josephina é o nome do resultado dessa mistura, de quando a gente não sabe mais onde começa mãe e termina filha, quem é quem, e quem fez o que naquela peça de artesanato.
No fim das contas, é isso. Este é um convite. Pra visitar a Josephina, essa brincadeira de ser uma só e fazer tudo juntas até não saber mais qual mão fez o que. E nem precisa.
Quarta-feira, Maio 20, 2009
Eu tinha falado, há um tempo, que tinha uma novidade e estava pensando na melhor forma de mostrar. Bom, não sei se achei a melhor forma, mas achei uma forma de mostrar. Outro blog. Mais fofo que esse.
A gente não comenta o livro antes de acabar, é isso?
Hum. Tá, mas e se for livro de crônicas e a gente tá doido pra comentar pelo menos uma delas, já que a leitura tá boa etc? Hein? Hein? Tecnicamente, a crônica já foi lida...

Estou lendo A rainha que virou pizza, de um autor chamado J.A. Dias Lopes (acho tão digno assinar só as iniciais. Ass: PC). O livro é uma gracinha porque são trilhões de crônicas (leio 2 por dia, isso se chama "poupar o livro") sobre história da culinária e da gastronomia qual é a diferença mesmo? , cada uma acompanhada de uma receita.
Então além de tudo eu preciso dizer que o livro é muito bom para mim porque preenche uma necessidade antiga minha, já que toda vez que eu leio um livro que tem um prato ou bebida marcante na história eu fico com vontade de experimentar. Nesse não tem o problema: ele conta uma história sobre a Cleópatra e, opa, segue em anexo a receita do que a Cleópatra comia. Mesma coisa com Da Vinci, papas, reis, períodos históricos.
Mas tudo isso eu estava esperando para contar só quando acabasse de ler o livro. Até porque depois que eu comecei o livro eu demorei para amá-lo, é honesto admitir. Quando o escolhi, achei que era bem mais lúdico, com mais ênfase nos personagens, com mais sinestesia no descrever as iguarias. Nem. O livro é beeeem historiográfico (falei certo?) do que literário, relato mesmo. Descritivo. Com algumas exceções eventuais (que, para mim, fazem todo o livro valer a pena).
O que me fez não aguentar escrever logo sobre como eu estou adorando, e fico com vontade de recomendar para todos os meus amigos que gostam de livro + comida, é que tenho quase certeza que, ontem, li a crônica mais fofa do livro inteiro. É uma dessas exceções, das partes em que o J.A. Dias Lopes se coloca emocional no falar.
É uma crônica sobre toalha de mesa. Sim, toalha de mesa. Uma fofura, ele conta, por exemplo, que trocar toalha de mesa dezenas de vezes durante um jantar já foi sinal de ostentação. E que era tamanha deferência sentar-se à mesa com toalha que, se havia uma persona non grata entre os comensais, CORTAVA-SE a toalha no lugar dessa pessoa, para que ela comesse com o prato direto sobre a mesa.
Enfim, essas coisas. E, pra terminar (sim, vou dar spoiler, segure-se), tocou meu coração a aversão do autor ao jogo americano. Um trechinho:
"No século 20, consagrou-se o jogo americano [...]. Apesar da praticidade, falta-lhe a elegância tão grata ao ato de comer. [...] Mas os norte-americanos se redimiram desse pecadilho com o aprimoramento da técnica de aplicar estampas no tecido.[...] O mundo requintado já os perdoou do minimalista jogo americano."
Ah, olha pra isso. Tem como não amar? Nem tou falando se jogo americano é bom ou ruim, mas o carinho, a deferência dele sobre o ato de comer, sobre os rituais das refeições e a história da toalha de mesa, a afetividade preservacionista de todo um conjunto de significados por trás de cada elemento desse universo da gastronomia. Eu achei lindo, me emocionei.
(E, como sou um poodle, não aguentei de ansiedade para contar. Perdón.)
Hum. Tá, mas e se for livro de crônicas e a gente tá doido pra comentar pelo menos uma delas, já que a leitura tá boa etc? Hein? Hein? Tecnicamente, a crônica já foi lida...

Estou lendo A rainha que virou pizza, de um autor chamado J.A. Dias Lopes (acho tão digno assinar só as iniciais. Ass: PC). O livro é uma gracinha porque são trilhões de crônicas (leio 2 por dia, isso se chama "poupar o livro") sobre história da culinária e da gastronomia
Então além de tudo eu preciso dizer que o livro é muito bom para mim porque preenche uma necessidade antiga minha, já que toda vez que eu leio um livro que tem um prato ou bebida marcante na história eu fico com vontade de experimentar. Nesse não tem o problema: ele conta uma história sobre a Cleópatra e, opa, segue em anexo a receita do que a Cleópatra comia. Mesma coisa com Da Vinci, papas, reis, períodos históricos.
Mas tudo isso eu estava esperando para contar só quando acabasse de ler o livro. Até porque depois que eu comecei o livro eu demorei para amá-lo, é honesto admitir. Quando o escolhi, achei que era bem mais lúdico, com mais ênfase nos personagens, com mais sinestesia no descrever as iguarias. Nem. O livro é beeeem historiográfico (falei certo?) do que literário, relato mesmo. Descritivo. Com algumas exceções eventuais (que, para mim, fazem todo o livro valer a pena).
O que me fez não aguentar escrever logo sobre como eu estou adorando, e fico com vontade de recomendar para todos os meus amigos que gostam de livro + comida, é que tenho quase certeza que, ontem, li a crônica mais fofa do livro inteiro. É uma dessas exceções, das partes em que o J.A. Dias Lopes se coloca emocional no falar.
É uma crônica sobre toalha de mesa. Sim, toalha de mesa. Uma fofura, ele conta, por exemplo, que trocar toalha de mesa dezenas de vezes durante um jantar já foi sinal de ostentação. E que era tamanha deferência sentar-se à mesa com toalha que, se havia uma persona non grata entre os comensais, CORTAVA-SE a toalha no lugar dessa pessoa, para que ela comesse com o prato direto sobre a mesa.
Enfim, essas coisas. E, pra terminar (sim, vou dar spoiler, segure-se), tocou meu coração a aversão do autor ao jogo americano. Um trechinho:
"No século 20, consagrou-se o jogo americano [...]. Apesar da praticidade, falta-lhe a elegância tão grata ao ato de comer. [...] Mas os norte-americanos se redimiram desse pecadilho com o aprimoramento da técnica de aplicar estampas no tecido.[...] O mundo requintado já os perdoou do minimalista jogo americano."
Ah, olha pra isso. Tem como não amar? Nem tou falando se jogo americano é bom ou ruim, mas o carinho, a deferência dele sobre o ato de comer, sobre os rituais das refeições e a história da toalha de mesa, a afetividade preservacionista de todo um conjunto de significados por trás de cada elemento desse universo da gastronomia. Eu achei lindo, me emocionei.
(E, como sou um poodle, não aguentei de ansiedade para contar. Perdón.)
Domingo, Maio 17, 2009
Naturalmente estamos cercados de muita gente. Dentre essas pessoas, tem aquelas que nos cercam por contingência e outras com as quais escolhemos conviver, isso é óbvio. E , claro, a segunda categoria são as pessoas com as quais temos prazer de estar juntos. Pulemos o óbvio.
Mas o que é o prazer de estar junto? Eu diria, na minha ânsia sistematizadora, que há diferentes categorias de satisfação na convivência. Que há aqueles cuja presença nos alegra porque com eles nos identificamos, outros que estão ali há tanto tempo e conhecem tanto da nossa história que o prazer de tê-los por perto se confunde com o prazer de ter por perto um lembrete - de quem somos, quem fomos. Aqueles que alegram a vida no momento de tristeza, os que cuidam para que as coisas estejam funcionando quando não damos conta, tantos, tantos tipos de presenças. Tantos que, percebe-se logo, minha ânsia sistematizadora é frustrada. Não se categorizam as pessoas com as quais gostamos de estar junto. E eu não ia tentar pular a parte do óbvio?
Não estou nem falando em sentimento, perceba. Não é sobre isso. Sentimento de amizade, de amor, de qualquer tipo de afeto, enfim, acontece com ou sem o prazer de estar junto e ter por perto. Ora, frequentemente amamos quem não está perto. É sobre a presença prazerosa do outro.
Existe um tipo de presença que, para mim, é das mais valiosas. Aqueles ao lado dos quais somos melhores. Certas pessoas, sem intenção, trazem à tona o melhor de nós. Nossas melhores idéias, nossos melhores sentimentos. Eu sou mais inteligente quando converso com algumas pessoas. E uma pessoa mais generosa quando em certas companhias. Mas a verdade é que generosas mesmo são essas pessoas que, apenas sendo elas mesmas, permitem a mim ser mais do que de bom eu posso ser.
Hoje faz um ano que eu me casei com o Mauricio. Um ano melhorando um pouquinho todo dia, só por tê-lo ao meu lado. Eu hoje não celebro o aniversário de uma grande festa, de um ritual, de um casamento. Eu hoje celebro um ano do anúncio da nossa decisão de ficar juntos para sempre. A decisão romântica de viver um grande amor, a decisão racional de melhorar um pouquinho todo dia. A decisão romântica e racional de trabalhar, de estudar, de se envolver para construir alguma coisa que faça alguma diferença. Juntos. A decisão de acreditar em nós mesmos e em tudo que podemos construir.
Eu sou muito grata por ter você ao meu lado, Mau. Eu sou mais feliz e eu tenho um horizonte tão, tão maior e mais lindo porque você está ao meu lado, me fazendo enxergar esse horizonte. Eu te amo e não preciso de mais nada, porque só de estar ao teu lado o meu mundo inteiro já é um mundo melhor.

Mas o que é o prazer de estar junto? Eu diria, na minha ânsia sistematizadora, que há diferentes categorias de satisfação na convivência. Que há aqueles cuja presença nos alegra porque com eles nos identificamos, outros que estão ali há tanto tempo e conhecem tanto da nossa história que o prazer de tê-los por perto se confunde com o prazer de ter por perto um lembrete - de quem somos, quem fomos. Aqueles que alegram a vida no momento de tristeza, os que cuidam para que as coisas estejam funcionando quando não damos conta, tantos, tantos tipos de presenças. Tantos que, percebe-se logo, minha ânsia sistematizadora é frustrada. Não se categorizam as pessoas com as quais gostamos de estar junto. E eu não ia tentar pular a parte do óbvio?
Não estou nem falando em sentimento, perceba. Não é sobre isso. Sentimento de amizade, de amor, de qualquer tipo de afeto, enfim, acontece com ou sem o prazer de estar junto e ter por perto. Ora, frequentemente amamos quem não está perto. É sobre a presença prazerosa do outro.
Existe um tipo de presença que, para mim, é das mais valiosas. Aqueles ao lado dos quais somos melhores. Certas pessoas, sem intenção, trazem à tona o melhor de nós. Nossas melhores idéias, nossos melhores sentimentos. Eu sou mais inteligente quando converso com algumas pessoas. E uma pessoa mais generosa quando em certas companhias. Mas a verdade é que generosas mesmo são essas pessoas que, apenas sendo elas mesmas, permitem a mim ser mais do que de bom eu posso ser.
Hoje faz um ano que eu me casei com o Mauricio. Um ano melhorando um pouquinho todo dia, só por tê-lo ao meu lado. Eu hoje não celebro o aniversário de uma grande festa, de um ritual, de um casamento. Eu hoje celebro um ano do anúncio da nossa decisão de ficar juntos para sempre. A decisão romântica de viver um grande amor, a decisão racional de melhorar um pouquinho todo dia. A decisão romântica e racional de trabalhar, de estudar, de se envolver para construir alguma coisa que faça alguma diferença. Juntos. A decisão de acreditar em nós mesmos e em tudo que podemos construir.
Eu sou muito grata por ter você ao meu lado, Mau. Eu sou mais feliz e eu tenho um horizonte tão, tão maior e mais lindo porque você está ao meu lado, me fazendo enxergar esse horizonte. Eu te amo e não preciso de mais nada, porque só de estar ao teu lado o meu mundo inteiro já é um mundo melhor.

Quinta-feira, Maio 14, 2009
Vamos brincar de tradução?
Eu escolho o idioma porque eu sou a dona do blog e vocês respondem.
O que significa a frase abaixo (traduza do enrolês para o português*):
"A nível de escrita, acho fascinante o exercício da anti-plenitude semântica, enquanto labor lúdico".
*post obviamente baseado em fatos reais em um diálogo emeesseênico com a Inara*
*reformulei a proposta (ã?) atendendo sugestão de milhares de leitores
O que significa a frase abaixo (traduza do enrolês para o português*):
"A nível de escrita, acho fascinante o exercício da anti-plenitude semântica, enquanto labor lúdico".
*post obviamente baseado
*reformulei a proposta (ã?) atendendo sugestão de milhares de leitores
Pensando alto
Quantas pessoas o google mandaria pra cá se eu escrevesse... a entrevista da Maria Mariana ?
Terça-feira, Maio 12, 2009
Miajuda?
Gente, tou procurando uns anúncios vintage da Coca pra fazer uns quadrinhos pra minha cozinha... precisa ser em tamanho bom pra imprimir e não ficar granulado. Mas não tou achando, só tenho conseguido coisas com cara de modernete, e mulheres peitudas-bundudas de perfil agarradas na garrafa de coca - e nunca que vou colocar essa coisa deprimente bem onde eu como né??
Cadê aquele monte de anúncio fofo que eu sempre via por aí? Aqueles do conceito que reflete um pilar fundamental da filosofia de vida aqui na nossa casa, o conceito de que coca-cola traz felicidade, une as famílias e que uma garrafa de 1 litro (retornável) de coca é o que faz um domingo feliz.
Enfim. Se alguém achar por aí, mimanda? Serião. Brigádam.
* Depois prometo mostrar minha arte meus quadrinhos aqui.
Cadê aquele monte de anúncio fofo que eu sempre via por aí? Aqueles do conceito que reflete um pilar fundamental da filosofia de vida aqui na nossa casa, o conceito de que coca-cola traz felicidade, une as famílias e que uma garrafa de 1 litro (retornável) de coca é o que faz um domingo feliz.
Enfim. Se alguém achar por aí, mimanda? Serião. Brigádam.
* Depois prometo mostrar
Sexta-feira, Maio 08, 2009
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